Categoria: Pense Nisso

Meu direito começa onde o do outro termina?

27 maio 2015


 

Okay, tudo começou quando recebi uma mensagem bizarra no celular de algum/alguma imbecil com baixarias, não sou chegada em oba oba, obrigada, de nada. E poxa isso me incomodou, de verdade me senti invadida e desrespeitada, é deixa eu te contar não é todo mundo que sai por aí saltitando de alegria com uma cantada. Eu sempre odiei, acho podre, e não sou feminista ou algo do tipo, porém também acho que respeito conserva os dentes.

Enfim, hoje entro no Facebook e encontro mais uma pessoa que teve sua intimidade invadida. Sim, essa pessoa recebeu uma mensagem de um telemarketing que achou ela simpática, olha pelo perfil de ser bem resolvido que essa pessoa tem duvido que ela tenha dado a entender que procurava algum amigo(a) ou algo mais no atendimento. Sério, é feio invadir a intimidade de alguém, as pessoas dão sinais quando estão interessadas em algo mais, dá licença da minha privacidade ser respeitada. Não tô dizendo isso pois sou “menina” até porque conheço amigos que já foram assediados e também não acharam sensacional.

Sei lá, ando preocupada com o caminho que as coisas andam tomando, antigamente você conquistava as pessoas e não iam achando que dois “OLÁS” são “algo mais” ou um pedido de infinita amizade.

 

 

Os problemas são dos outros ou são meus?

20 maio 2015


O que você sentiria se fosse diariamente abusado e contasse para alguém e nada acontecesse. Seria o sentimento de revolta, decepção ou raiva, o que você sentiria? Talvez seja cômodo fechar os olhos e seguir a vida em diante, não pois eu digo não a essa hipocrisia.

Segundo dados da Secretaria de Direitos Humanos os casos de abuso sexual estão presentes em 85% do total de denúncias de violência sexual registradas no primeiro trimestre de 2015. Este crime ocorre quando o agressor, por meio da força física, ameaça ou seduz, usa crianças ou adolescentes para a própria satisfação sexual. 

A exploração sexual, que é caracterizada pela utilização sexual de meninas e meninos com a intenção de obter lucro, foi relatada em 23% dos registros. 

Quando você entra em contato com o #Disque100 o anonimato é absoluto se for solicitado.

É importante ter as seguintes informações em mãos: informações sobre a vítima, o tipo de violência que ela sofreu, o suspeito, a localização, a frequência da violação e outros elementos que você encontra (AQUI)

POR FAVOR NÃO SEJA OMISSO DENUNCIE…

DISQUE 100

NÃO POR VOCÊ, MAS POR TODAS AS CRIANÇAS QUE TIVERAM OU ESTÃO TENDO A SUA INFÂNCIA ROUBADA DENUNCIE

 


#Disque100 #18DeMaio #FaçaBonito

A empresa Zara continua com trabalho escravo

13 maio 2015


 

Notícia publicada no site da Agência Brasil. Então, eu gosto das roupas da Zara, mas não consigo usar uma peça que gerou tanta dor e sofrimento para alguém. Tirem suas próprias conclusões segue abaixo a matéria na íntegra.

 

Zara é autuada por não cumprir acordo para acabar com trabalho escravo

por Agência Brasil — publicado 13/05/2015 09h34, última modificação 13/05/2015 09h53

 

A grife Zara, que produz e vende roupas masculinas e femininas e pertence ao grupo espanhol Inditex, foi autuada pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) por descumprir o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado em 2011 para corrigir condições degradantes que caracterizaram trabalho escravo na cadeia produtiva da empresa.

 

De acordo com a superintendência do órgão federal em São Paulo, uma auditoria com 67 fornecedores da marca mostrou 433 irregularidades em todo o país, como excesso da jornada de trabalho, atraso nos pagamentos, aumento dos acidentes, trabalho infantil, além de discriminação pela exclusão de imigrantes da produção, o que pode resultar em multa de mais de R$ 25 milhões.

Há quatro anos, a Zara foi autuada por manter 15 trabalhadores bolivianos e peruanos em condição análoga à de escravo na atividade de costura. As oficinas subcontratadas pela marca receberam 52 autos de infração. Entre as irregularidades, foram constatadas jornada de trabalho excessiva, servidão por dívida e situação precária de higiene.

Na época, a empresa disse desconhecer esse tipo de exploração. Pelo TAC, assinado com o Ministério Público do Trabalho (MPT), a Zara deveria ter detectado e corrigido novas violações, por meio de auditoria interna, melhorando as condições gerais de trabalho na empresa.

O relatório mostra que mais de 7 mil trabalhadores foram prejudicados pelas irregularidades em fornecedoras da Zara. Entre eles, 46 empregados estavam sem registro em carteira, 23 empresas estavam em débito de Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e 22 fornecedores registravam jornadas excessivas, irregulares ou fraudadas.

Em relação aos acidentes de trabalho, verificou-se um aumento de 73, em 2012, para 84 casos, no ano passado. A auditoria foi solicitada por meio da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Assembleia Legislativa de São Paulo que investigou trabalho escravo. As fiscalizações ocorreram entre agosto de 2015 e abril deste ano.

Para o Ministério do Trabalho e Emprego, a empresa não só continuou a cometer infrações à lei trabalhista como utilizou as informações da auditoria para excluir imigrantes da produção. “Utilizou-se das ferramentas de fiscalização de natureza privada para identificar fornecedores com risco potencial de exploração de trabalho análogo à de escravo, excluindo-os unilateralmente de sua cadeia produtiva, em vez de identificar situações reais de lesão aos direitos humanos, corrigi-las e comunicar às autoridades, de acordo com o que determinava o TAC”, diz o relatório da superintendência regional. Por conta da fiscalização, a empresa transferiu parte de sua produção para outros estados, como Santa Catarina.

Pelos cálculos do ministério, a empresa deve pagar R$ 25 milhões pelo descumprimento do acordo e R$ 850 mil pela atitude discriminatória. “Trabalhadores migrantes, notadamente de origem boliviana, foram excluídos de sua cadeia produtiva, razão pela qual a empresa foi autuada por restringir o acesso ao trabalho por motivos de origem e etnia do trabalhador”, explica o relatório do órgão. A estimativa do MTE é que 157 imigrantes que trabalhavam em 35 oficinas foram desligados. O relatório aponta ainda que cerca de 3,2 mil postos foram fechados em São Paulo por causa do deslocamento da produção da empresa para outros estados.

O ministério destacou ainda que a Zara foi omissa quando da contratação de uma oficina, onde se constatou trabalho escravo em novembro do ano passado. Foram flagrados 37 trabalhadores em situação degradante, que costuravam para as Lojas Renner. “A fiscalização constatou que, no período de 14 de agosto a 23 de setembro de 2013, esse grupo de oficinas também havia produzido 8.450 peças de roupas da Zara”, diz o documento. A grife espanhola, no entanto, apesar do acordo firmado com o MPT, não informou aos órgãos competentes as irregularidades deste fornecedor. A Zara não foi responsabilizada por causa da ausência do flagrante.

Em resposta à organização não governamental Repórter Brasil, que publicou reportagem sobre o caso, a Inditex informou que está contestando legalmente os autos de infração, pois considera que acusações infundadas e que não contêm fato específico que viole o TAC.

Em relação à prática discriminatória, a multinacional diz que não intervém no recrutamento dos empregados de companhias com as quais mantém relacionamento comercial. A Inditex acrescenta que a Zara é apenas um entre os vários clientes desses fornecedores e que a empresa representa menos de 15% da produção desses fabricantes.

Sobre o fornecedor que foi flagrado posteriormente empregando mão de obra escrava, a Inditex diz que ele foi submetido a auditoria interna e não foram constatadas situações de trabalho comparáveis a de escravidão. Para a empresa, contestar esse fato é colocar em dúvida companhias especializadas em auditoria privada de “reconhecido prestígio internacional”.

As demais violações, como trabalho infantil e funcionários sem registro em carteira, são contestadas. Sobre jornadas excessivas e débitos de FGTS, a empresa alega que medidas corretivas foram adotadas.”

 

 

Maquiagem é questão de saúde?

15 abr 2015


Maquiagem é uma rotina para a maioria das brasileiras, porém cuidado o uso incorreto pode levar a paraplegia. Se você não sabe essa é a realidade atual da australiana Jo Gilchrist que usou a maquiagem da sua melhor amiga. A notícia do jornal britânico Daily Mail trouxe esse alerta de não sair por aí emprestando batons, sombras, pincéis.

No caso de Gilchrist ela usou a maquiagem e um pincel da sua melhor amiga para cobrir uma espinha na região das costas. Dias depois, Jo começou a sentir fortes dores na coluna. Para o seu desespero, o corpo de Jo começou a ficar dormente da cintura para baixo, tudo isso assim, sem explicação. Jo foi levada para a sua cidade natal para se submeter a uma cirurgia de emergência. Os médicos descobriram que tratava-se de uma infecção por estafilococos, uma bactéria que habita principalmente na pele e mucosas de mamíferos e aves. Os microrganismos atingem os tecidos subcutâneos e a musculatura. No caso de Jo, a bactéria dominou completamente sua espinha. No hospital ela percebeu que a única coisa diferente que tinha colocado em seu corpo nos últimos dias era a maquiagem da amiga. “Ela tinha uma infecção no rosto e eu usei o pincel depois dela. Eu não tinha ideia de que isso poderia acontecer pois compartilho maquiagem o tempo todo”, contou. A infecção foi tão grave que Jo correu o risco de nunca mais andar novamente. Ela perdeu o controle do intestino e a bexiga. A mulher está tomando antibióticos e daqui a três meses poderá ser liberada para ir para casa. “Tive muita sorte que a bactéria foi para a minha espinha… Se fosse para o cérebro eu poderia ter morrido e se fosse para os membros eu teria de ser amputada”, disse.

 

Não é só isso pesquisando na internet achei outros problemas relacionados a maquiagem de acordo com a Sociedade Brasileira de Oftalmologia, duas em cada dez mulheres que usam maquiagem apresentam problemas oculares por conta do uso indevido dos produtos. Caso você use lentes de contato deve colocá-las antes de fazer a maquiagem.

Outro ponto importante é a data de validade. A maioria dos cosméticos tem, em sua composição, corantes e conservantes com prazo de validade para agir.

Porque é necessário a remoção da maquiagem antes de dormir?

 

Um dos principais danos causados pelo hábito de dormir com maquiagem é o envelhecimento. Gradualmente o rosto vai sendo dominado por rugas profundas e até mesmo marcas de expressão. Os cosméticos afetam a pele e impedem os poros de respirar.

Assim, é recomendado lavar o rosto com água e depois usando um removedor apropriado para ter melhores resultados.

Não esqueça de lavar os seus pincéis…

Os pinceis devem ser lavados semanalmente ou quinzenalmente (dependendo da frequência do uso) com água morna e sabão neutro, o excesso de água deve ser retirado com papel ou toalha e eles devem secar ao ar livre.

Isso já foi tema aqui no Dito e Feito (relembre aqui)

Não empreste…

Pote de creme

Não mergulhe os dedos diariamente no pote de creme é um prato cheio para a proliferação de bactérias. É inevitável, isso já acontece naturalmente, imagina com mais uma pessoa colocando a mão no produto. Segundo especialistas, mesmo com a pessoa lavando as mãos ainda há chances para as bactérias do rosto ou dedos passaram para o seu creme favorito. Para minimizar os riscos use uma pequena espatula ou colher para retirar o produto do pote, sempre lavando regularmente.

Gloss labial e Batom

Qualquer produto que toca diretamente nos lábios pode se tornar fonte de infecções.  No caso do gloss pior ainda, pois estamos falando de um produto pegajoso que se espalha fácil, além do que o aplicador nunca pode ser completamente limpo uma vez que está contaminado.

Pinça

Isto porque se algum sangramento ocorrer quando o cabelo for puxado, a pinça pode infeccionar a outra pessoa que usa. Se você faz a sobrancelha com pinça e em salões de beleza, certifique-se de que os instrumentos usados são esterilizados. Já quem faz em casa, pode usar compressas de álcool para limpar as pinças.

 

Esponjas de maquiagem

A superfície porosa e macia são um paraíso para os germes que causam a micose, especialmente se você costuma molhar a esponjinha. Para acabar com este ambiente perfeito para as bactérias lave suas esponjas semanalmente com água quente e um shampoo suave. Depois, deixe-as secar em uma área bem ventilada.

Rímel

Pálpebras e cílios podem ser o lar de uma série de bactérias. Por isso, usar um rímel infectado pode causar até a inflamação da córnea. Não importa se a pessoa que usou está com os olhos aparentemente saudáveis pois muita gente não apresenta sintomas de doenças oculares – e mesmo assim as têm.

É O MAIS IMPORTANTE NÃO USE MAQUIAGEM VENCIDA!!!!

A maquiagem vencida também pode causar estragos na pele. Bolhas, coceiras e alergias são apenas alguns dos problemas. Pinceis sujos podem armazenar vírus como o da herpes e os batons velhos podem causar verdadeiras feridas nos lábios. 

 

 

 Fontes: Vila Mulher, Bolsa de Mulher, Sua Corrida e O Globo.