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? Vale tudo para estar na moda?

11 fev 2015


Hoje a reflexão é baseada na matéria do portal . A matéria conta a criação de um reality show online que enviou três blogueiros para trabalhar em uma fábrica têxtil no Camboja. A reflexão aqui é quanto vale o esforço do outro para você?
Será que nos importamos mesmo em saber em que condições são fabricadas as coisas que usamos. Pois é, ainda segundo o Updateordie, para a blogueira, Anniken Jørgensen, a experiência não foi nada agradável. – “Eu não aguento mais”. “Que tipo de vida é essa?”, diz a jovem loira que chora copiosamente diante das câmeras enquanto usa as mãos com unhas feitas para limpar as lágrimas. – O reality de cinco episódios foi uma produção do jornal norueguês, Aftenposten, para um experimento social, Jørgensen, juntamente com Frida Ottesen e Ludvig Hambro, voaram em 2014 para a capital Phnom Penh, onde experimentaram por um mês um pouco da vida do trabalhador da indústria têxtil no país do sudeste asiático.

 “Trabalhei com eles por algumas horas e pensei que ia partir ao meio. Estava muito quente e as tarefas são muito cansativas. Além disso, você tem que trabalhar sob grande pressão e fazer tudo muito rapidamente. Assim que termina uma peça de roupa, você começa a costurar outra, sem descanso. É um círculo vicioso que não acaba nunca”, contou Jørgensen ao jornal espanhol El Diario.

Bom, eu me importo com o que eu visto e como é produzida essa peça, desde a denúncia de trabalho escravo envolvendo a marca , , etc,  tenho repensado o ato de comprar. Comecei a dar prioridades a pequenas marcas e aos estilistas brasileiros.

E você como reage a esse tipo de tema?

? Será que sou escrava da juventude?

28 jan 2015


O texto de hoje teve como base a matéria, Senhoras da moda: idosas viram estrelas das novas campanhas das grifes, do canal mulher do portal yahoo. A marca Doce & Gabbana inovou nesse ano e fez a sua campanha de primavera-verão 2015 com senhoras com corpo normal, sem maquiagem e sem plástica. Isso é incrível, pense no mundo em que vivemos devemos parecer ser eternamente jovens? 
Agora, claro que não vivemos no mundo do arco íris, óbvio que essa mudança na imagem comercial vem de algum estudo de marketing. É isso mesmo o que é confirmado na matéria do yahoo – “Os dados são concretos: a riqueza média dos núcleos familiares com mais de 50 anos, nos Estados Unidos, é de US$ 765 mil; a média para as famílias com mais de 50 na Grã-Bretanha é £ 541 mil (cerca de US$ 690 mil), e é de £ 723 mil para as idades de 60 a 64. Ou seja, a população americana e europeia está envelhecendo melhor e mantendo seu poder de compra”. Logo, a conclusão é que a terceira idade também é fatia importante no mercado consumidor. 

Essa mudança é interessante é para exaltar as mulheres lindas e que assumem o fator tempo, segue abaixo uma famosa brasileira que não fez plástica e nem por isso é feia ou perde grandes papéis.

“Cada um faça do seu rosto, da sua vida e do seu corpo o que bem quiser. Quando abri os olhos já não dava mais. E disse: ‘agora é tarde, vai assim mesmo’. Estou feliz com isso também. No fundo, é um certo descanso. Porque aí só dão velhas para a gente fazer. E quando dão velhos para a gente fazer geralmente são papéis bons. Não tenho que forçar rugas nem nada porque vai naturalmente. Não posso me queixar.” – Fernanda Montenegro para o Uol.



Espero ter a mesma coragem que a Fernanda Montenegro para assumir as minhas rugas e não me desesperar com a passagem do tempo. Para mim é como o Chaves diz na música “Existem jovens de oitenta e tantos anos. E também velhos de apenas vinte e seis”. Acredito que o nosso rosto mostra o que somos e como agimos ao longo dos anos, ou seja, sempre serei jovem, pois o minha alma é jovem.


Fonte e Fotos: Yahoo e Uol

As malas que carregamos…

25 jun 2013


Quando nós chegamos nesse mundo não é por acaso que nascemos pelados. Chegamos aqui sem nada sem roupas, sem acessórios, sem carro e sem casa, chegamos apenas em busca de um sentimento o amor. Mas, esse sentimento leve pode ser tornar uma mala, um amor possessivo, um amor doente é uma mala dura de carregar. Mas, ao longo da vida vamos enchendo a mala de entulhos: mágoas, rancor, ódio, tristeza e desânimo. E para alguns a mala fica difícil de carregar. E tem gente que te diz: Larga essa mala ela tem rodinha e pode seguir sozinha. Mas, quem disse que a pessoa larga, nada ela se apega à mala de uma maneira que não se enxerga sem ela. Estava refletindo sobre esse assunto e pensei como é pesado acrescentar rótulos nas nossas malas: aquele ali é invejoso, preguiçoso, ambicioso etc. Vamos parando por aqui tenho minha mala também, mas já estou in/satisfeita com o seu peso. Então, peço me faça um favor cuide da sua vida vá carregar sua mala, pois a sua já não tem peso suficiente? Coloque rodinhas e deixe o mundo carregar um pouco a mala também, pois não se esqueça você não nasceu com a mala, ela lhe foi dada e assim rotulada e enchida com o passar dos anos. 

Ah e outra não carregue a mala dos outros já basta a sua!

Texto: Janaína Valadares – Se for republicar tenha vergonha na cara e coloque o crédito!